2.2.12
Considerações sobre o livro: A arte de amar, de Erich Fromm, que ainda estou lendo.
Enquanto pensarmos no amor como uma troca de benefícios, enquanto pensarmos no outro como uma mercadoria ou um objeto de satisfação carnal, enquanto resumirmos nossa relação num contrato social, teremos que nos conformar com os fracassos e frustrações. Amar é se dar, como o amor de mãe pelo filho, incondicional. E esse "dar-se" não pode ser encarado por mim como uma privação, um sacrifício... É parte da construção da felicidade do outro e isso nos realiza e recompensa. Simples assim, teoricamente, sem nada em troca. Gosto da fórmula, mas entendo que a nossa formação cultural e a nossa carga emocional tornam as coisas bem mais difíceis e complicadas...
29.11.11
EXPOSIÇÃO DE FOTOS NO DOMINGO NO PARQUE, PARTICIPE!!!
Convite enviado pelo pessoal da organização do evento:
"Alô fotógrafos de plantão...
No domingo, 11 de dezembro, acontecerá a Segunda Edição do Domingo no Parque e estaremos, novamente, promovendo a Exposição de Fotografias e todos que desejarem expor, basta me entregar as fotos. Tamanho:15x21. Com assinatura, logo ou que desejarem colocar para identificá-las ao público. Data limite para a entrega: 06 de dezembro (pois preciso providenciar os murais onde elas serão expostas e preciso saber quantas teremos). Cada participante poderá expor 10 fotos. Mais informações, podem me chamar via facebook."
Laiane Carniel - Confraria Cultural de Pato Branco
http://www.facebook.com/profile.php?id=1783413155#!/profile.php?id=100001735281754
"Alô fotógrafos de plantão...
No domingo, 11 de dezembro, acontecerá a Segunda Edição do Domingo no Parque e estaremos, novamente, promovendo a Exposição de Fotografias e todos que desejarem expor, basta me entregar as fotos. Tamanho:15x21. Com assinatura, logo ou que desejarem colocar para identificá-las ao público. Data limite para a entrega: 06 de dezembro (pois preciso providenciar os murais onde elas serão expostas e preciso saber quantas teremos). Cada participante poderá expor 10 fotos. Mais informações, podem me chamar via facebook."
Laiane Carniel - Confraria Cultural de Pato Branco
http://www.facebook.com/profile.php?id=1783413155#!/profile.php?id=100001735281754
30.10.11
Durante um papo na madrugada...
Adoro passar horas no msn de papo com meus amigos.
E destas longas conversas sempre tiro inspiração pra alguns textos que publico aqui no blog.
Este, a seguir, escrevi durante uma conversa inspiradora com meu amigo Cleber, que vive na Itália e que eu amo demais:
"Ao longo da vida vamos acumulando coisas dentro da nossa casa: objetos, móveis, fotografias...
E elas ficam antigas, obsoletas, ocupam lugar. A casa parece cheia!
Mas está abafada, empoeirada.
Aí chega a hora em que a gente precisa fazer uma limpeza.
Desapegar dos objetos, jogar fora o quenao serve mais.
Abrir espaço para o ar circular, pros móveis novos entrarem.
Fazendo uma analogia, na nossa vida os móveis podem ser pessoas, mas não só isso.
Podem ser atitudes ultrapassadas que persistem no jeito teimoso de vermos as coisas...
Às vezes é preciso um amigo, mesmo que distante, pra nos dar um toque.
Muitas vezes tem alguém querendo entrar, mas pra que isso aconteça você precisa enxergar que sua casa está cheia demais." (Lena)
E destas longas conversas sempre tiro inspiração pra alguns textos que publico aqui no blog.
Este, a seguir, escrevi durante uma conversa inspiradora com meu amigo Cleber, que vive na Itália e que eu amo demais:
"Ao longo da vida vamos acumulando coisas dentro da nossa casa: objetos, móveis, fotografias...
E elas ficam antigas, obsoletas, ocupam lugar. A casa parece cheia!
Mas está abafada, empoeirada.
Aí chega a hora em que a gente precisa fazer uma limpeza.
Desapegar dos objetos, jogar fora o quenao serve mais.
Abrir espaço para o ar circular, pros móveis novos entrarem.
Fazendo uma analogia, na nossa vida os móveis podem ser pessoas, mas não só isso.
Podem ser atitudes ultrapassadas que persistem no jeito teimoso de vermos as coisas...
Às vezes é preciso um amigo, mesmo que distante, pra nos dar um toque.
Muitas vezes tem alguém querendo entrar, mas pra que isso aconteça você precisa enxergar que sua casa está cheia demais." (Lena)
UM POUCO DO QUE APRENDI NESTES ANOS DE PROFISSÃO...
Como jornalista e bastante cobrada pelos meus amigos nas redes sociais, gostaria de expressar minha opinião sobre o assunto polêmico da semana relacionado a um erro de jornal impresso.
Não tenho a pretensão de julgar.
Falo porque várias vezes perguntaram minha opinião sobre o assunto.
A razão do nosso trabalho como jornalistas é informar nosso espectador com qualidade.
Dar subsídios pra que ele tire suas conclusões de acordo com a sua carga cultural.
E se meu espectador fala uma linguagem simples, de agricultores ou de pessoas menos esclarecidas, é minha obrigação adaptar-me a isso.
Aprendi em anos de estudo e experiência sobre o texto jornalístico que, mesmo de uma forma muito simples, posso repassar informação de qualidade.
Já errei muitas vezes no trabalho e aprendi com cada um destes erros.
Hoje sei que a crítica é grande quando eles ocorrem.
As pessoas realmente preferem se pronunciar no erro do que no acerto.
Mas também sei que recebo muitos elogios e é claro que eles são mais agradáveis aos ouvidos e ao ego.
Enfim, compartilho minha solidariedade a um colega de trabalho que vive a mesma ou até maior pressão do que eu no dia a dia do "fazer jornalístico".
Por outro lado, o nível cultural do meu espectador jamais será motivo pra justificar qualquer falha jornalística que eu tenha cometido ou venha a cometer.
Não tenho a pretensão de julgar.
Falo porque várias vezes perguntaram minha opinião sobre o assunto.
A razão do nosso trabalho como jornalistas é informar nosso espectador com qualidade.
Dar subsídios pra que ele tire suas conclusões de acordo com a sua carga cultural.
E se meu espectador fala uma linguagem simples, de agricultores ou de pessoas menos esclarecidas, é minha obrigação adaptar-me a isso.
Aprendi em anos de estudo e experiência sobre o texto jornalístico que, mesmo de uma forma muito simples, posso repassar informação de qualidade.
Já errei muitas vezes no trabalho e aprendi com cada um destes erros.
Hoje sei que a crítica é grande quando eles ocorrem.
As pessoas realmente preferem se pronunciar no erro do que no acerto.
Mas também sei que recebo muitos elogios e é claro que eles são mais agradáveis aos ouvidos e ao ego.
Enfim, compartilho minha solidariedade a um colega de trabalho que vive a mesma ou até maior pressão do que eu no dia a dia do "fazer jornalístico".
Por outro lado, o nível cultural do meu espectador jamais será motivo pra justificar qualquer falha jornalística que eu tenha cometido ou venha a cometer.
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Quem sou eu
- Marilena Chociai
- Pato Branco , Paraná, Brazil
- Jornalista da Rádio e Tv Educativa do Paraná - TV Paraná Turismo. Mestra em Comunicação - Produção Audiovisual pela Universidad Europea del Atlántico. Pós graduada em Produção de Documentário pela EICTV - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba. Pós-graduada em Telejornalismo pela FAG. Graduada em Comunicação Social, Jornalismo, pela Fadep. Funcionária da TV Sudoeste - Rede Celinauta de Comunicação entre os anos de 1992 e 2018.