30.10.11

Durante um papo na madrugada...

Adoro passar horas no msn de papo com meus amigos.
E destas longas conversas sempre tiro inspiração pra alguns textos que publico aqui no blog.
Este, a seguir, escrevi durante uma conversa inspiradora com meu amigo Cleber, que vive na Itália e que eu amo demais:


"Ao longo da vida vamos acumulando coisas dentro da nossa casa: objetos, móveis, fotografias...
E elas ficam antigas, obsoletas, ocupam lugar. A casa parece cheia!
Mas está abafada, empoeirada.
Aí chega a hora em que a gente precisa fazer uma limpeza.
Desapegar dos objetos, jogar fora o quenao serve mais.
Abrir espaço para o ar circular, pros móveis novos entrarem.
Fazendo uma analogia, na nossa vida os móveis podem ser pessoas, mas não só isso.
Podem ser atitudes ultrapassadas que persistem no jeito teimoso de vermos as coisas...
Às vezes é preciso um amigo, mesmo que distante, pra nos dar um toque.
Muitas vezes tem alguém querendo entrar, mas pra que isso aconteça você precisa enxergar que sua casa está cheia demais." (Lena)

UM POUCO DO QUE APRENDI NESTES ANOS DE PROFISSÃO...

Como jornalista e bastante cobrada pelos meus amigos nas redes sociais, gostaria de expressar minha opinião sobre o assunto polêmico da semana relacionado a um erro de jornal impresso.
Não tenho a pretensão de julgar.
Falo porque várias vezes perguntaram minha opinião sobre o assunto.
A razão do nosso trabalho como jornalistas é informar nosso espectador com qualidade.
Dar subsídios pra que ele tire suas conclusões de acordo com a sua carga cultural.
E se meu espectador fala uma linguagem simples, de agricultores ou de pessoas menos esclarecidas, é minha obrigação adaptar-me a isso.
Aprendi em anos de estudo e experiência sobre o texto jornalístico que, mesmo de uma forma muito simples, posso repassar informação de qualidade.
Já errei muitas vezes no trabalho e aprendi com cada um destes erros.
Hoje sei que a crítica é grande quando eles ocorrem.
As pessoas realmente preferem se pronunciar no erro do que no acerto.
Mas também sei que recebo muitos elogios e é claro que eles são mais agradáveis aos ouvidos e ao ego.
Enfim, compartilho minha solidariedade a um colega de trabalho que vive a mesma ou até maior pressão do que eu no dia a dia do "fazer jornalístico".
Por outro lado, o nível cultural do meu espectador jamais será motivo pra justificar qualquer falha jornalística que eu tenha cometido ou venha a cometer.

Quem sou eu

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Pato Branco , Paraná, Brazil
Jornalista da Tv Sudoeste, Rede TV! uma das emissoras da Rede Celinauta de Comunicação.